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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

PARÁ - Investigador de homicídios morre em treinamento de tropa de elite.


Ele perdeu os sentidos após um dos testes, e morreu.(foto: Divulgação)

O delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Alberto Henrique Teixeira de Barroso, divulgou nota oficial de pesas em nome da instituição, lamentando a morte do investigador, Fernando Henrique Barbosa Leal Pimentel, nesta tarde de quinta-feira (05), em Belém, em treinamento oficial para seleção aos quadros da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), a chamada tropa de elite da Polícia Civil.

De acordo com o delegado geral, o policial recém ingressado na corporação, se voluntariou ao processo seletivo que intencionava arregimentar policiais civis para se habilitarem no Curso de Operações Táticas Especiais (COTE), requisito essencial para o ingresso na CORE.

Alberto Teixeira comunicou que teve conhecimento por meio dos coordenadores do processo seletivo da Academia de Polícia Civil e da CORE, que Fernando Henrique passou mal durante o treino e não conseguiu completar uma das etapas do Teste de Aptidão Física, uma corrida de 7 mil metros, vindo a perder os sentidos e após, morrer.

“Naquela ocasião todos os esforços foram dispensados para socorrê-lo pela equipe médica presente para procedimentos de urgência e emergência, que contava com o apoio de uma ambulância de resgate. Recebidos os cuidados imediatos, a equipe de socorristas trasladou o candidato para o Hospital Porto Dias, onde continuou a receber todos os cuidados médicos disponíveis”, diz um trecho da nota.

Ainda segundo o documento, “o falecimento do policial toma de surpresa todos nós, amigos e colegas policiais, uma vez de intercorrências desse jaez (espécie/gênero), não são esperadas, tampouco previsíveis, conquanto ser ele (o investigador) atleta, gozar de perfeita saúde física e se encontrar apto a praticar atividades físicas de alta intensidade, nos estritos e literais termos do atestado de saúde apresentado no ato da realização do TAF, requisito para que qualquer candidato seja admitido no processo seletivo”, acrescenta o comunicado.

A Polícia Civil assegura, também, que a instituição não mediu esforços e garantiu a devida assistência médica bem como o apoio psicossocial aos familiares, “no entanto, ainda assim insuficientes para resistir aos desígnios de Deus. Mais uma vez, lamentamos profundamente o ocorrido e nos solidarizamos com a dor da família por esta inesperada perda’, conclui o delegado-geral de Polícia Civil.

Por: Redação Integrada

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